A banda
Tianastácia: a história de uma banda de rock mineira
Começou em 1992, em Belo Horizonte, com um nome emprestado da cozinheira mais famosa da literatura brasileira. Passou por festival de TV, Rock in Rio, gravadora grande e estrada independente. Trocou de vocalista, de baterista, de década. Continua tocando alto.
De onde veio esse nome
Tianastácia é homenagem à Tia Nastácia, do Sítio do Picapau Amarelo, de Monteiro Lobato. A primeira formação juntou André Miglio no vocal, Henrique Rodarte na guitarra, os irmãos Antônio Júlio (guitarra) e Beto Nastácia (baixo) e Cadu na bateria. O "Nastácia" que aparece no nome artístico de tanta gente da banda vem daí.
FestValda, "Acebolado" e o selo do Sepultura
Em 1995, "Cabrobró" venceu o FestValda na categoria de música inédita, e a apresentadora Astrid Fontenelle chamou a Tianastácia de a melhor banda da história do festival. No ano seguinte, Léo Nastácia entrou no lugar de Henrique Rodarte e saiu o primeiro disco, "Acebolado", pela Cogumelo Records, a gravadora que lançou o Sepultura.
Dois vocalistas, uma gravadora grande e o Rock in Rio
No fim de 1997, André Miglio saiu e o microfone ficou com dois: Podé e Maurinho, que vinham da banda Zoom Bee Doo. Glauco Nastácia assumiu a bateria em 1998, cadeira em que ficou até 2015. Entre 1999 e 2004 a banda gravou pela EMI. Em 2000 ficou em segundo lugar no Festival da Música Brasileira, da Rede Globo, e em 2001 tocou no Rock in Rio III, na Tenda Brasil.
"O Sol" e o DVD para 50 mil pessoas
Em 2004 a Tianastácia gravou seu primeiro DVD ao vivo no Pop Rock Brasil, diante de cerca de 50 mil pessoas. Nesse disco está "O Sol", composição de Antônio Júlio. Em 2005 o Jota Quest gravou a música, que virou a mais tocada do Brasil em 2006. Em 2010 foi a vez de Milton Nascimento gravá-la.A trajetória completa de "O Sol" tem post próprio.
Independente, e com formação nova
Desde "Orange 7", de 2006, os discos saem de forma independente. Em 2022, Podé se afastou da banda por motivos pessoais e de saúde, e Antônio Júlio, que já assinava "O Sol", passou a ser o vocalista. Em 2024, Amanda Barbosa assumiu a bateria depois de Dudu Azevedo. O disco de estúdio mais recente é "Sonhos Loucos", de 2021; todos os outros estão na discografia.
Quem está no palco hoje
- Antônio Júlio Nastáciavoz e guitarra
- Beto Nastáciabaixo
- Egler Brunoguitarra
- Amanda Barbosabateria, desde 2024
Já passaram pela banda
- André Miglio, vocal (1992–1997)
- Henrique Rodarte, guitarra (1992–1996)
- Cadu, bateria (formação original)
- Léo Nastácia, guitarra (a partir de 1996)
- Podé Nastácia, vocal (1997–2022)
- Maurinho Nastácia, vocal (a partir de 1997)
- Glauco Nastácia, bateria (1998–2015)
- Dudu Azevedo, bateria (até 2024)
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